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Roger Schmidt deixa Mensagem a Ruben Amorim

“Treinar um clube como o Benfica é uma aventura maior do que a Bundesliga” 

“Treinar um clube como o Benfica é uma aventura maior do que a Bundesliga”

Entusiasmado pelo desafio, Roger Schmidt admite que “treinar o Benfica é uma aventura maior do que na Bundesliga”. O novo técnico das águias expressa o desejo de acabar com o jejum de títulos do clube, “habituado a ganhar”, mas longe das conquistas nos últimos três anos.Novo treinador do Benfica, e com contrato até 2024, Roger Schmidt pretende acabar com o jejum de três anos de conquistas na Luz mas implementando o seu cunho pessoal.

“O Benfica é o maior clube de Portugal. Estão habituados a ganhar títulos, mas não ganharam nada nos últimos três anos. Agora estão prontos a tentar algo novo com um treinador estrangeiro. Vou tentar levar o Benfica de volta aos êxitos do passado à minha maneira”, afirmou em entrevista ao jornal alemão “Westfalen-Blatt”, reconhecendo a sua surpresa por ter sido escolhido por Rui Costa para assumir o comando das águias.

“Nunca pensei que fosse possível ter a oportunidade de treinar um clube como o Benfica. Não há muito mais que seja possível”, confessou, explicando que rapidamente se decidiu a aceitar o desafio: “Quando fui contactado pelo Benfica há umas semanas, foi logo tudo muito claro: “Quero fazer isso”.”

Tendo iniciado a sua carreira em 2004/05 no Delbrucker, da Alemanha – quando ainda exercia engenharia -, Schmidt prepara-se agora para um novo desafio em Portugal, após já ter treinado também na Áustria, China e Países Baixos.

Revelando que “nos últimos anos houve sempre a possibilidade de voltar à Bundesliga”, adiantou que trabalhar no estrangeiro é algo que aprecia “muito”. “É superexcitante conhecer os países, as ligas e a cultura de futebol. E se depois tens uma oferta para treinar um clube como o Benfica… É uma aventura maior do que a Bundesliga para mim”, analisou, explicando: “Não digo isso em termos depreciativos, mas trabalhar no estrangeiro é algo muito especial para mim nesta fase.”

Aos 55 anos, e com 17 de carreira, Schmidt foi questionado quanto ao seu temperamento e se a idade pode ajudar a acalmá-lo. O novo técnico do Benfica optou por lembrar que o futebol é um jogo incerto e difícil de prever.

“Posso controlar melhor as minhas emoções, mas o futebol é algo que acontece no momento. Tenho de tomar as decisões no “aqui e agora””, atirou, classificando de “inacreditável” tudo o que aconteceu desde 2007, quando deixou a profissão de engenheiro e assinou o seu primeiro contrato profissional como técnico.

E sobre a passagem pelo PSV, falou de uma “época de sonho” fruto de dois troféus, a Supertaça e a Taça dos Países Baixos, até porque “o Ajax está acima de tudo” no país, segundo defende: “Em termos de desporto e economia, o clube está ao mesmo nível de clubes de topo da Europa e muito acima do PSV. Mas estivemos próximo.”

Agora, diz-se “ansioso” por começar a aventura no Benfica.

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